O apelido Champalimaud surge no nosso país no século XVIII com a vinda do Brigadeiro Paul Joseph Champalimaud, um engenheiro e oficial francês ao serviço da coroa portuguesa.
O seu filho, o General José Joaquim Champalimaud de Sousa Lyra e Castro de Barbosa, viria a distinguir-se durante as invasões Napoleónicas em Portugal, tendo recebido as mais altas condecorações a que fazem referencia vários despachos de diferentes Chefes Militares, nomeadamente do General Wellington, e citado no Parlamento Britânico em 27 de Abril de 1812.
A ligação à família Montez surge em 1824, data do casamento da filha do General com o Senhor do Côtto, João Baptista de Araújo Cabral Montez – Morgado de Cidadelhe.
Montez Champalimaud, Lda.
Quinta do Côtto Cidadelhe
5040-154 – Mesão Frio
Telefone: + 351 254 899 269
Fax: + 351 254 899 887


Mensagem do Produtor
É no mais antigo sector de produção do Vinho do Douro (Decreto Real de 1757), que a Montez Champalimaud, aliando a herança secular a uma constante política de inovação, se orgulha de produzir vinhos de grande qualidade.
O peso dessa herança – que remonta aos séculos XIV e XV – confere à Montez Champalimaud uma responsabilidade acrescida na produção dos seus vinhos.
Rompendo com os velhos paradigmas, do engarrafamento como factor externo ao viticultor, a Quinta do Côtto esteve na origem de uma revolução que levou os viticultores mais esclarecidos a engarrafar e vender os seus Vinhos de Quinta directamente no mercado.
Os anos 60 marcam, assim, o nascimento do primeiro Vinho de Quinta do Douro – o Quinta do Côtto – cujo sucesso levou a Montez Champalimaud a alargar o portfólio, primeiro com o Quinta do Côtto Grande Escolha, e depois criando uma nova marca – o Paço de Teixeiró (branco e rose).
Hoje em dia, ser um Vinho de Quinta assegura que o vinho foi cuidadosamente produzido e seleccionado pelo proprietário da Quinta, garantindo-lhe a qualidade, personalidade e autenticidade sem as quais nenhum bom vinho é um grande vinho.
